Sim, eu uso Moleskines. Aqueles de verdade. Uso porque são bons cadernos: aguentam o tranco de andar no meu bolso sem estropiar, têm papel decente. E, acima de tudo, são mais baratos que os genéricos vagabundos que a gente vê por aqui.
Sim, baratos.
Claro que não é pra comparar com o preço dos bloquinhos de quitanda, mas com cadernos similares, sai mais em conta, sim.
Por uns anos, minha técnica para comprar Moleskines baratos não era lá essas coisas: em viagens internacionais, tinha que reservar uma parte da mala pra carregar um estoque de cadernos. Não era exatamente a saída mais fácil e, na ponta do lápis, não devia ser a mais barata, mas, por um tempo, serviu.
Faz uns meses que descobri que o Book Depository, que é uma livraria virtual que não cobra taxa de entrega pro Brasil, também vendia Moleskines. Melhor ainda: Moleskines com descontos (que variam de 20% a 35%, dependendo da época). Tem de todo tipo: de caderninhos de bolso a cadernos de aquarela A3. Tem também uns especiais, como os cadernos-envelope e as agendas de Star Wars.
É uma maravilha. Você pede e, uns 10 a 20 dias depois, começam a chegar na sua casa caixinhas e envelopes com os cadernos dentro, isso porque o Book Depository geralmente faz várias remessas pra dar conta da logística.
Ou seja: o mesmo preço de comprar em viagem (ou até menos), e sem ter que sair de casa ou carregar peso na mala.
PS: o Book Depository claramente pode ser um ótimo local para comprar livros também, mas eles não dão tantos descontos quanto outras lojas, então eventualmente a compra pode sair mais cara lá do que numa Amazon da vida.
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Coisas que estão acontecendo
Nos últimos dias:
* Quatro pessoas me disseram que ligaram o computador à sua TV. Uma delas assiste a vídeos do Youtube, um depois do outro. Mó tendência.
* Vi na Rebouças uma moça com uma sacolinha de compras do Zaffari de São Paulo. O gaúcho Ricardo Freire (assim até parece que estou escrevendo pra Zero Hora) foi lá e fez um belo relato pro Guia do Estadão. Já eu acho muito louco que alguém vá a um Zaffari em São Paulo. Parece que um amálgama de realidades paralelas. É meio como ir à Estátua da Liberdade de Paris.
* Li o Mais ou menos normal, da Cintia. Esse se passa em Porto Alegre, e as descrições da ficção de materializam em lugares bem reais na minha cabeça. Merece um post maior mais adiante, já podem ir lendo.
* As coisas estão corridas, até porque a vida normal se uniu a uma série de coisas que tenho /tive que produzir / criar / escrever. De quebra, ainda está rolando a Semana de Criação, cujas palestras são na Fecomércio, no outro extremo da cidade. O táxi sai tão caro e o trânsito está tão ruim que, olhando pro céu, fico pensando se financeiramente não compensa alugar um helicóptero.
* Quatro pessoas me disseram que ligaram o computador à sua TV. Uma delas assiste a vídeos do Youtube, um depois do outro. Mó tendência.
* Vi na Rebouças uma moça com uma sacolinha de compras do Zaffari de São Paulo. O gaúcho Ricardo Freire (assim até parece que estou escrevendo pra Zero Hora) foi lá e fez um belo relato pro Guia do Estadão. Já eu acho muito louco que alguém vá a um Zaffari em São Paulo. Parece que um amálgama de realidades paralelas. É meio como ir à Estátua da Liberdade de Paris.
* Li o Mais ou menos normal, da Cintia. Esse se passa em Porto Alegre, e as descrições da ficção de materializam em lugares bem reais na minha cabeça. Merece um post maior mais adiante, já podem ir lendo.
* As coisas estão corridas, até porque a vida normal se uniu a uma série de coisas que tenho /tive que produzir / criar / escrever. De quebra, ainda está rolando a Semana de Criação, cujas palestras são na Fecomércio, no outro extremo da cidade. O táxi sai tão caro e o trânsito está tão ruim que, olhando pro céu, fico pensando se financeiramente não compensa alugar um helicóptero.
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sexta-feira, 18 de maio de 2007
Innocent
Faz uns dias que tenho dois posts rascunhados e não finalizados. O primeiro é sobre a Innocent, uma marca de smoothies inglesa que é espetacular. É tudo que um sujeito quer de uma marca: bem construída, com posicionamento irretocável, totalmente dentro do espírito do nosso tempo.A Innocent vem em garrafinhas ou em embalagens de litro. Os logos são lindos e simples, de babar. Tudo é reciclável. O carbono da produção é neutralizado. Eles têm uma fundação. Os processos da empresa dão transparentes. Por exemplo: há umas semanas, eles fizeram um teste de entrar no cardápio do McDonald's em alguma região qualquer da Inglaterra. Tipo um favor pro Ronald, que está tentando ter uma carinha mais saudável. Eles não só deram satisfação para os consumidores em seu blog, mas perguntaram para as pessoas o que elas achavam.
Demorei pra falar sobre a Innocent, mas acabou valendo a pena: a empresa acaba de lançar uma nova linha: This Water, com produtos baseados em água. As bebidas de frutas ficam sendo Innocent. Bem separado. E os produtos This Water ainda vão ajudar a ONG Water Aid.
quinta-feira, 17 de maio de 2007
O absinto volta aos Estados Unidos
Pela primeira vez em 95 anos, há absinto à venda nos Estados Unidos. O Lucid é feito por métodos tradicionais e tenta reproduzir a elaboração da bebida clássica -- leva a erva original, Artemisia absinthium, não Artemisia Abrotanum. Para garantir a originalidade, o Lucid foi concebido por T.A. Breaux, um historiador francês especializado da bebida. Além de bolar a fórmula, destilar etc., ele demonstrou que absinto que boa qualidade nunca foi alucinógeno - nem hoje nem nunca.
O Brasil já teve seu hype de absinto no fim dos anos 90, junto com a Europa. Os Estados Unidos tinham ficado de fora. Mas, pelo visto, um novo boom da bebida pode vir pela frente.
Na época, saiu até um livro bacana, uma ficção, sobre o assunto: Absinto, de Christophe Bataille. Eu li na época. Até escrevi uma materinha pro Não. Acabo de ver que ele continua em catálogo. Custa R$ 20 na Livraria Cultura. É bacana pra entrar no clima.
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