Queria recomeçar do zero neste post. Dizer que tudo antes ficou pra trás. Pedir que esquecessem o que escrevi.
Fiz uma faxina no blog, apaguei posts que não faziam mais sentido - porque a internet muda, porque eu mudei.
Revi muita coisa nos últimos anos. Praticamente não leio mais quadrinhos, que era um tema recorrente nos posts anteriores.
Este post seria um marco. Daqui pra trás, não me responsabilizo, eu diria. Não sou eu. Leiam e concordem por sua própria conta e risco.
Mas: o post anterior é justamente uma citação do LeClézio que diz tudo isso com muito mais potência. Já tentei voltar a escrever aqui antes. Ficaram alguns registros. Se eu prestar muita atenção, quem sabe consiga ouvir, trazidos pelo vento, a música, os risos, os gritos das crianças?
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terça-feira, 16 de janeiro de 2018
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Uau
Vi agora que foram dois posts em julho.
Memorável, não?
E agora? Voltaremos à falta de atualização habitual?
Memorável, não?
E agora? Voltaremos à falta de atualização habitual?
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Eaí? / Revista Atlântida
Volta e meia estudantes, pesquisadores e até ex-colegas me perguntam sobre onde conseguir edições de duas revistas que a gente fez lá na RBS: a Eaí? e a Revista Atlântida (2ª gestão).
Pra comprar não deve ser fácil.
Mas, pra pesquisa, a boa notícia é que, em Porto Alegre, deve ser bem fácil de encontrar esses exemplares. Ao contrário de editora, rádio não tem arquivo de revistas. E o núcleo em que a Eaí? estava alocada na RBS acabou extinto.
Ciente de que, se não fizesse nada, ninguém ia se preocupar em preservar nada disso, eu mesmo ocupei meus últimos dias na Redação em fazer quatro pacotes de revistas e distribuí-los em lugares de fácil acesso e que preservam a memória. O que eu nunca tinha feito é contar na internet onde eles estão, pra que alguém pudesse encontrar.
Só que não adianta nada eu fazer isso e não deixar a informação no Google. Então aí vai:
1. Arquivo da Zero Hora. É o mais completo de todos. Inclui todas as edições das duas revistas com CD, mais algumas provas de gráfica, mais os exemplares que tínhamos da primeira fase da Revista Atlântida (editado por uma empresa parceira da RBS um tempo antes da nossa versão). É a mais completa possível e a que tende a ser melhor preservada, mas também deve ser a mais inacessível. Por isso, se for para uma pesquisa simples, sugiro as opções abaixo:
2. Museu Hipólito José da Costa, Biblioteca da Fabico (UFRGS) e Biblioteca Central da PUCRS - Coleções completas da nossa série da Revista Atlântida e coleção completa do Eaí?. Sendo que no museu eu levei pessoalmente, e nas bibliotecas eu pedi pra levarem lá.
É isso.
Pra comprar não deve ser fácil.
Mas, pra pesquisa, a boa notícia é que, em Porto Alegre, deve ser bem fácil de encontrar esses exemplares. Ao contrário de editora, rádio não tem arquivo de revistas. E o núcleo em que a Eaí? estava alocada na RBS acabou extinto.
Ciente de que, se não fizesse nada, ninguém ia se preocupar em preservar nada disso, eu mesmo ocupei meus últimos dias na Redação em fazer quatro pacotes de revistas e distribuí-los em lugares de fácil acesso e que preservam a memória. O que eu nunca tinha feito é contar na internet onde eles estão, pra que alguém pudesse encontrar.
Só que não adianta nada eu fazer isso e não deixar a informação no Google. Então aí vai:
1. Arquivo da Zero Hora. É o mais completo de todos. Inclui todas as edições das duas revistas com CD, mais algumas provas de gráfica, mais os exemplares que tínhamos da primeira fase da Revista Atlântida (editado por uma empresa parceira da RBS um tempo antes da nossa versão). É a mais completa possível e a que tende a ser melhor preservada, mas também deve ser a mais inacessível. Por isso, se for para uma pesquisa simples, sugiro as opções abaixo:
2. Museu Hipólito José da Costa, Biblioteca da Fabico (UFRGS) e Biblioteca Central da PUCRS - Coleções completas da nossa série da Revista Atlântida e coleção completa do Eaí?. Sendo que no museu eu levei pessoalmente, e nas bibliotecas eu pedi pra levarem lá.
É isso.
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Minhas férias
Mercado del Puerto, Montevideo
Não me espanta que tenha surgido a profissão de blogueiro. Afinal, pra seres normais, essa coisa de escrever blog é uma atividade altamente improvável. Veja bem: quando tenho que trabalhar, mal tenho assunto pra criar um postzinho miserável. Agora que estou de férias, falta tempo e espaço de escrever tudo que vejo / leio / faço.
Cheguei ontem à noite de Montevidéu. Isso depois de passar uns dias em Porto Alegre. A quantidade de informações é bizarra: deixa a sensação de que eu perderia os dedos de LER antes de ser capaz de documentá-la.
Pior que essa era a parte calma das férias: amanhã embarcamos para Madri, sob os auspícios do Limão, um site jovem do Estadão. Isso porque me dei ao trabalho de fazer aquilo que todo mundo acha besta: durante 18 dias, respondi as perguntas de um quiz bem complicadinho. Acabei sendo um dos premiados: e vou-me embora pra Madri. Como se não bastasse o tal do Rock in Rio, ainda tem Madri inteira pra conhecer.
Ou seja: haja dedo pra detalhar tudo isso.
No Flickr tudo fica mais fácil: as imagens que valem por mil palavras adiantam boa parte do serviço. Já fiz uma pasta pra Porto Alegre, uma especialmente pra Fundação Iberê Camargo e uma pra Montevidéu (que é a que ainda está em construção). Madri, se o wireless do hotel permitir, vem a seguir.
Enquanto isso, vou deixando uns posts por aí.
terça-feira, 8 de abril de 2008
Relembrar é preciso: Nasi x Nasi
Se a fama é uma coisa muito louca, imagine só a microfama. Microfama, você sabe, é aquela sensação traíra de que você é famoso, mas na verdade tem um grupo pequeno de gente que conhece você - ou um grande grupo que ouviu falar vagamente da sua existência. Mais cruel que a fama, a microfama é devastadora.
Suspeito que sou mais uma vítima da microfama. Há alguns sites que acham que o Nasi, que era do Ira!, se chama Eduardo Nasi. Na verdade, ele se chama Marcus Valadão.
Já que o assunto veio à tona, resolvi buscar nos meus arquivos uma velha entrevista com o Nasi macrofamoso, publicada originalmente no agora extinto caderno Patrola, da Zero Hora. Egocentrismo à parte, foi a apresentação que fiz aos meus jovens leitores.
Podei a introdução, editei umas coisas que não estavam claras, mas não cheguei a cortar as menções à ex-banda, porque foi assim que a conversa rolou:
Ok, Nasi, pode começar contando a história de por que usar justo o meu nome...
Olha, Nasi, meu apelido era "Nazi", porque eu brigava pra caramba. Mas nunca fui nazista! Imagina, sou de uma família de italianos comunistas. Nunca pensei que um apelido de colégio fosse ficar por tanto tempo. No primeiro e no segundo disco do Ira!, o meu nome aparece como Marcos Valadão. Aí mudei pra "s" porque tive muito problema com isso. Até os caras de um partido nazista me ligavam!
E tem um lance de "nasi" ser nariz em italiano...
É, é "narizes", é plural. Na época que eu cheirava, o pessoal dizia que eu tinha muitos narizes. Mas agora não faço mais isso.
Como que ser italiano pesa numa banda que é a mais paulista do Brasil, ainda mais que São Paulo tem essa coisa superitalianada?
Sou muito italiano. Meu nome é Marcos Valadão Rodolfo, e o "Rodolfo" vem de "Ritolphi". Agora vou mudar o nome pra fazer cidadania. Todo mundo na minha família já fez, mas sou muito enrolado. Na banda, todos são italianos, menos o André, mas nem sei direito o que ele é. E a gente tem sotaque forte. Se bem que perdeu muito com as viagens.
Já que vocês são tão de São Paulo, o que tem de mais legal lá?
Eu não sou mais um cara da noite. Saio pouco. Então eu gosto dos restaurantes, vou na casa dos amigos... Quando vou em outras cidades, penso como seria legal morar nelas, mas teria que levar os amigos.
Tem bandas novas legais lá?
Tem, mas gosto mais da cena curitibana, que tem uma coisa meio porto-alegrense de uns anos atrás. Gosto de Feichecleres e Relespública.
Suspeito que sou mais uma vítima da microfama. Há alguns sites que acham que o Nasi, que era do Ira!, se chama Eduardo Nasi. Na verdade, ele se chama Marcus Valadão.
Já que o assunto veio à tona, resolvi buscar nos meus arquivos uma velha entrevista com o Nasi macrofamoso, publicada originalmente no agora extinto caderno Patrola, da Zero Hora. Egocentrismo à parte, foi a apresentação que fiz aos meus jovens leitores.
Podei a introdução, editei umas coisas que não estavam claras, mas não cheguei a cortar as menções à ex-banda, porque foi assim que a conversa rolou:
Ok, Nasi, pode começar contando a história de por que usar justo o meu nome...
Olha, Nasi, meu apelido era "Nazi", porque eu brigava pra caramba. Mas nunca fui nazista! Imagina, sou de uma família de italianos comunistas. Nunca pensei que um apelido de colégio fosse ficar por tanto tempo. No primeiro e no segundo disco do Ira!, o meu nome aparece como Marcos Valadão. Aí mudei pra "s" porque tive muito problema com isso. Até os caras de um partido nazista me ligavam!
E tem um lance de "nasi" ser nariz em italiano...
É, é "narizes", é plural. Na época que eu cheirava, o pessoal dizia que eu tinha muitos narizes. Mas agora não faço mais isso.
Como que ser italiano pesa numa banda que é a mais paulista do Brasil, ainda mais que São Paulo tem essa coisa superitalianada?
Sou muito italiano. Meu nome é Marcos Valadão Rodolfo, e o "Rodolfo" vem de "Ritolphi". Agora vou mudar o nome pra fazer cidadania. Todo mundo na minha família já fez, mas sou muito enrolado. Na banda, todos são italianos, menos o André, mas nem sei direito o que ele é. E a gente tem sotaque forte. Se bem que perdeu muito com as viagens.
Já que vocês são tão de São Paulo, o que tem de mais legal lá?
Eu não sou mais um cara da noite. Saio pouco. Então eu gosto dos restaurantes, vou na casa dos amigos... Quando vou em outras cidades, penso como seria legal morar nelas, mas teria que levar os amigos.
Tem bandas novas legais lá?
Tem, mas gosto mais da cena curitibana, que tem uma coisa meio porto-alegrense de uns anos atrás. Gosto de Feichecleres e Relespública.
domingo, 6 de abril de 2008
Basquiat e mais filmes
Notei que venho falando pouco de cinema por aqui ontem à noite, quando enfim vi o ótimo Basquiat. Grande filme, por sinal, com uma bela trilha sonora. Importamos via Amazon, junto com o Downtown 81.
Deixei passar outros belos filmes que passaram aqui por casa. Dois deles são divertidíssimos: Hairspray e Superbad - É hoje (e depois eu troquei meu nick no MSN por "McLovin" por uma semana depois).
Planeta terror, do Robert Rodrigues, tem seu charme, em especial no falso trailer de Machete. Mas eu já estou cansando de ver zumbis por todos os cantos.
Tekkonkinkreet é um animê fabuloso, que se passa numa Paris japonesa futurista. O desenho é baseado no mangá Preto & Branco, que a Conrad lançou em 2001. E passou batido!
Acho que nem House, eu comentei. E olha que acabei vendo três temporadas em um mês!
Deixei passar outros belos filmes que passaram aqui por casa. Dois deles são divertidíssimos: Hairspray e Superbad - É hoje (e depois eu troquei meu nick no MSN por "McLovin" por uma semana depois).
Planeta terror, do Robert Rodrigues, tem seu charme, em especial no falso trailer de Machete. Mas eu já estou cansando de ver zumbis por todos os cantos.
Tekkonkinkreet é um animê fabuloso, que se passa numa Paris japonesa futurista. O desenho é baseado no mangá Preto & Branco, que a Conrad lançou em 2001. E passou batido!
Acho que nem House, eu comentei. E olha que acabei vendo três temporadas em um mês!
quarta-feira, 26 de março de 2008
Fase azul
Taí uma imagem bem bonita pra inaugurar o novo layout deste blog. É uma foto da escultura gigante que a Louise Bourgeois expôs na frente da Tate Modern no ano passado.
domingo, 23 de março de 2008
RSS
Acho essas coisas de RSS bastante inúteis. O motivo é egoísta: não funcionam pra mim. Já usei inúmeros agregadores, mas acabei desistindo de todos.
Deve ser o clima de Páscoa: pra provar que não sou radical, criei um link para os agregadores de vocês: http://feeds.feedburner.com/eduardonasi
Testei e, pelo visto, tá tudo certo. Mas, se não funcionar, avisem.
Deve ser o clima de Páscoa: pra provar que não sou radical, criei um link para os agregadores de vocês: http://feeds.feedburner.com/eduardonasi
Testei e, pelo visto, tá tudo certo. Mas, se não funcionar, avisem.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Rabeira
De todos esses dias de Carnaval, tenho um carinho especial por esse rabicho de feriadão que é a manhã da Quarta-Feira de Cinzas.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
E que venha Momo!
Não sei aí, meu amigo, mas do lado de cá esse adágio de que o ano só começa depois do Carnaval não tá com nada.
Janeiro acaba na meia-noite de amanhã e foi matador, consumido por um trabalho do tipo que eu gosto: gigante, perturbador, desafiador, que obriga a gente a pensar de jeitos diferentes. É o tipo de coisa que energiza e esgota ao mesmo tempo, mas que tem um saldo inevitavelmente positivo.
Foi por isso que, mesmo planejando em ter um 2008 mais conectado, mais criador, acabei postando menos por aqui. As energias estavam voltadas para outro lugar.
E aí vou contar a desvantagem de não estar mais no jornalismo: na propaganda, o resultado não fica pronto no dia seguinte e não tem como pôr um link pra contar o que andei fazendo. Além disso, há limitações éticas e óbvias que me impedem de revelar o que rolou.
Confesso que também teve outro motivo: dei boas mexidas no meu Flickr, por exemplo. Adicionei uns desenhos e as fotos de Buenos Aires que foram tiradas há mais de um ano. Amanhã também devem entrar mais algumas resenhas no Universo HQ.
De qualquer forma, a situação tende a amornar um pouco nos próximos dias. Culpa do feriado, de Momo, dessa coisa toda. Aí, espero, vai dar pra pôr a coisa em ordem por aqui também.
Janeiro acaba na meia-noite de amanhã e foi matador, consumido por um trabalho do tipo que eu gosto: gigante, perturbador, desafiador, que obriga a gente a pensar de jeitos diferentes. É o tipo de coisa que energiza e esgota ao mesmo tempo, mas que tem um saldo inevitavelmente positivo.
Foi por isso que, mesmo planejando em ter um 2008 mais conectado, mais criador, acabei postando menos por aqui. As energias estavam voltadas para outro lugar.
E aí vou contar a desvantagem de não estar mais no jornalismo: na propaganda, o resultado não fica pronto no dia seguinte e não tem como pôr um link pra contar o que andei fazendo. Além disso, há limitações éticas e óbvias que me impedem de revelar o que rolou.
Confesso que também teve outro motivo: dei boas mexidas no meu Flickr, por exemplo. Adicionei uns desenhos e as fotos de Buenos Aires que foram tiradas há mais de um ano. Amanhã também devem entrar mais algumas resenhas no Universo HQ.
De qualquer forma, a situação tende a amornar um pouco nos próximos dias. Culpa do feriado, de Momo, dessa coisa toda. Aí, espero, vai dar pra pôr a coisa em ordem por aqui também.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Ciclos
Pensamos e organizamos nossas vidas em ciclos: dias, semanas, horas, minutos e aquele que é candente nestes dias: o ano.
Temos uma crença interna de que o que se faz no começo do ciclo é o que regirá nossos dias até o fim. Se não fazemos a barba antes da meia-noite, passaremos o ano desgrenhados. Se bebemos champagne e ficamos felizes, teremos um ano alegre e feliz. Meu avô, quando aposentado, ia se deitar às onze do dia 31, antes dos fogos, pra garantir que dormiria bastante ao longo dos 365 dias seguintes.
Já eu acho que isso tudo é um monte de superstição. Até porque 2008 começou bombando. Se for pra continuar assim, em abril eu desisto. E vamos pra 2009.
Temos uma crença interna de que o que se faz no começo do ciclo é o que regirá nossos dias até o fim. Se não fazemos a barba antes da meia-noite, passaremos o ano desgrenhados. Se bebemos champagne e ficamos felizes, teremos um ano alegre e feliz. Meu avô, quando aposentado, ia se deitar às onze do dia 31, antes dos fogos, pra garantir que dormiria bastante ao longo dos 365 dias seguintes.
Já eu acho que isso tudo é um monte de superstição. Até porque 2008 começou bombando. Se for pra continuar assim, em abril eu desisto. E vamos pra 2009.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Já tou indo...
Parece que o mundo todo está se decompondo. As ruas estão tensas, um inferno. Vejo pela janela cenas descritíveis, ainda que inverossímeis, então não valem a pena o trabalho. Imaginem, só imaginem, porque a imaginação é que liberta.
Bom Natal a todos, seja lá como isso for.
Bom Natal a todos, seja lá como isso for.
domingo, 14 de outubro de 2007
Jabá: Contos do Quintal à venda, compre djá
A quem interessar possa: o livro Contos do Quintal, do qual participei com uma ilustração para um conto infantil do Fabrício Carpinejar (mais explicações neste post) já está à venda. Compre aqui.
Aproveite e leve também o filme que deu origem à série -- que na real é o livro Porto Alegre e o Dia em que a Cidade Fugiu de Casa. Aproveite, amigo, que não é sempre que tem.
Aproveite e leve também o filme que deu origem à série -- que na real é o livro Porto Alegre e o Dia em que a Cidade Fugiu de Casa. Aproveite, amigo, que não é sempre que tem.
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Contos do Quintal
Taí um convite (clique para ler) meio sem sentido, porque domingo eu nem vou estar em São Paulo e, portanto, não irei ao lançamento.
Mas o fato é que há um desenho meu no livro Contos do Quintal, que sai neste sábado pela Editora Globo. O volume reúne histórias escritas por vários escritores, cada uma acompanhada de uma ilustração de um artista diferente. O projeto é da Revista Crescer.
Meu desenho foi feito para uma história do mano Fabrício Carpinejar e repete o clima do outro livro que fizemos juntos, Porto Alegre e o Dia em que a Cidade Fugiu de Casa, que por sinal está à venda de novo (aproveite que não é sempre que tem!). Esse sim é todo escrito pelo Fabrício e desenhado por mim de alto a baixo com as adoráveis tintas nanquim escolar.
O Contos do Quintal ainda não está nas livrarias, mas, assim que entrar, eu aviso.
terça-feira, 11 de setembro de 2007
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
E aí, o que você conta de novidade?
Fato é que eu não tenho visto nada de novo, sabe? Nada que me faça ter vontade de sentar nesta cadeira, logar neste blog e gastar alguns minutos para contar pra vocês.
Uns dizem que é uma fase. Outros, que não tenho olhado pro lugar certo. Mas eu acho que é velhice mesmo: já vi coisas demais pra me impressionar a cada esquina.
Isso não quer dizer que eu não tenha visto coisas legais. Vi, li, ouvi, bebi.
Vi, por exemplo, Santiago, puta documentário do João Moreira Salles. Um troço incrível, que em cinema eu não tinha visto -- e que até seria surpreendentemente novo se eu não tivesse lido Se Um Viajante Numa Noite de Inverno, do Italo Calvino.
Vi exposições: Da Bauhauss a (Agora!), no Masp, é ótima. O FILE eu já não curti muito este ano, justo porque é mais do mesmo (e porque a mostra de 10 anos do Itaulab estava pertinho e pelo menos no mesmo nível).
E, por enquanto, só vi o Vik Muniz da Fortes Vilaça (já acabou, mas continua na USP), até porque eu sou do tempo em que as pessoas não torciam o nariz pro trabalho dele -- e eu continua achando arrebatador, tanto que não é exatamente novo porque é ele, mas é das coisas que mais tem cheiro de novo.
E, por enquanto, só vi o Vik Muniz da Fortes Vilaça (já acabou, mas continua na USP), até porque eu sou do tempo em que as pessoas não torciam o nariz pro trabalho dele -- e eu continua achando arrebatador, tanto que não é exatamente novo porque é ele, mas é das coisas que mais tem cheiro de novo.
E é com um trabalho dele, Pictures of pigment: Townscape Madrid, after Gerhardt Richter, que eu encerro por hoje.

domingo, 12 de agosto de 2007
Cof cof
Quanto pó, hein?
Bem, eu fui até ali, mas já voltei.
Deixem-me aproveitar este post para sugerir que os leitores vejam também minhas resenhas publicadas na atualização desta sexta do Universo HQ: Batman 53, 54, 55 e 56, Grandes Astros: Superman 7, O Estranho Mundo de Jack (tá nas bancas e é um mangazinho bacana pra quem é fã do filme, por sinal), Os Melhores do Mundo 1 e Sete Soldados da Vitória 4.
Bem, eu fui até ali, mas já voltei.
Deixem-me aproveitar este post para sugerir que os leitores vejam também minhas resenhas publicadas na atualização desta sexta do Universo HQ: Batman 53, 54, 55 e 56, Grandes Astros: Superman 7, O Estranho Mundo de Jack (tá nas bancas e é um mangazinho bacana pra quem é fã do filme, por sinal), Os Melhores do Mundo 1 e Sete Soldados da Vitória 4.
segunda-feira, 2 de julho de 2007
Heptacampeão
Pelo sétimo ano consecutivo, o Universo HQ, site para o qual eu colaboro, ganha o HQ Mix de melhor site sobre quadrinhos. O Sidney Gusman, editor do UHQ, é -- também pela sétima vez -- o jornalista especializado em quadrinhos do ano. Todos os demais resultados estão aqui.
Também é nítido que, na internet e nos bastidores, algumas coisas começam a ser debatidas a respeito do prêmio. Por exemplo: o volume de quadrinhos lançado no último ano, maior do que qualquer outro ano da história do país, faz com que seja financeiramente impossível que os quase 1200 votantes acompanhem boa parte do que está saindo. O resultado é que alguns lugares-comum foram premiados.
Pelo visto, há uma tendência de mudança pela frente.
Também é nítido que, na internet e nos bastidores, algumas coisas começam a ser debatidas a respeito do prêmio. Por exemplo: o volume de quadrinhos lançado no último ano, maior do que qualquer outro ano da história do país, faz com que seja financeiramente impossível que os quase 1200 votantes acompanhem boa parte do que está saindo. O resultado é que alguns lugares-comum foram premiados.
Pelo visto, há uma tendência de mudança pela frente.
sexta-feira, 15 de junho de 2007
Jon is Tio
Um dia, a Mariane mandou um e-mail para o planejamento lá da agência pedindo idéias pra uma camiseta para o Grupo de Planejamento, no qual ela milita furiosamente. A idéia era algo que fosse representativo do cotidiano desse povo que se alimenta de coxinha, vive atrás de um espelho sem se chamar Alice e, apesar do que todo mundo pensa, luta por powerpoints mais limpos e objetivos.
Aí eu mandei uma bobagem: peguei uma foto do Jon Steel. O Steel é autor de um livro já clássico nos dias de hoje: A Arte do Planejamento. E olha que não é algo tão em vão, não. Além disso, acaba de lançar outro, igualmente bacana: Perfect Pitch. Mas, mais importante que isso, ele tem mó cara de tiozinho.
Daí, JON IS TIO.
Era pra ser bobagem. Era pra ser só uma coisa infame pra deixar as quinze pessoas do departamento rirem um pouco da minha cara. Por um tempo, foi isso que aconteceu: a frase acompanhada da foto do Steel foi vista como uma idéia estúpida que deveria ser esquecida depois que todo mundo risse de mim.
Mas a Mari acabou levando a idéia pra mais gente rir de mim. E eis que:

Sim, a camiseta existe.
Foi lançada ontem (desculpaí, Mari, saí tarde demais, tinha que chegar cedo demais, não deu pra ir), junto com outras duas.
Dá pra pedir até terça, dia 19. Tem um prazo, sim, porque elas serão sob encomenda. A minha, soube hoje, vendeu bem. Pra pegar uma, é simples:
* São seis tamanhos: P, M, G, GG, Baby-Look M e Baby-Look G. E só sai em preto.
* Cada camiseta sai por R$49, fora o Sedex. Para SP Capital, o Sedex sai por R$10, comportando até 4 camisetas. Para outras localidades, consulte o site dos Correios.
* Para não pagar Sedex, você pode optar também por retirar nas seguintes agências paulistanas: na AlmapBBDO, com a Mariane Maciel, na JWT, com o João Gabriel, e na W/Brasil, com Newton Nagumo.
* O pedido deve ser feito por e-mail (gp@grupodeplanejamento.com.br), até terça, 19 de junho. Faça o seu pedido e o GP envia o procedimento para o pagamento da camiseta.
* A grana arrecadada ajuda o GP, que é sempre uma boa causa. É sério: com planejamento, o mundo terá propagandas mais bacanas e mais sinceras. Vai dizer que não é tudo que você sempre quis?
* Não adianta pedir pra mim, ok? Mandem pro GP.
Aí eu mandei uma bobagem: peguei uma foto do Jon Steel. O Steel é autor de um livro já clássico nos dias de hoje: A Arte do Planejamento. E olha que não é algo tão em vão, não. Além disso, acaba de lançar outro, igualmente bacana: Perfect Pitch. Mas, mais importante que isso, ele tem mó cara de tiozinho.
Daí, JON IS TIO.
Era pra ser bobagem. Era pra ser só uma coisa infame pra deixar as quinze pessoas do departamento rirem um pouco da minha cara. Por um tempo, foi isso que aconteceu: a frase acompanhada da foto do Steel foi vista como uma idéia estúpida que deveria ser esquecida depois que todo mundo risse de mim.
Mas a Mari acabou levando a idéia pra mais gente rir de mim. E eis que:

Sim, a camiseta existe.
Foi lançada ontem (desculpaí, Mari, saí tarde demais, tinha que chegar cedo demais, não deu pra ir), junto com outras duas.
Dá pra pedir até terça, dia 19. Tem um prazo, sim, porque elas serão sob encomenda. A minha, soube hoje, vendeu bem. Pra pegar uma, é simples:
* São seis tamanhos: P, M, G, GG, Baby-Look M e Baby-Look G. E só sai em preto.
* Cada camiseta sai por R$49, fora o Sedex. Para SP Capital, o Sedex sai por R$10, comportando até 4 camisetas. Para outras localidades, consulte o site dos Correios.
* Para não pagar Sedex, você pode optar também por retirar nas seguintes agências paulistanas: na AlmapBBDO, com a Mariane Maciel, na JWT, com o João Gabriel, e na W/Brasil, com Newton Nagumo.
* O pedido deve ser feito por e-mail (gp@grupodeplanejamento.com.br), até terça, 19 de junho. Faça o seu pedido e o GP envia o procedimento para o pagamento da camiseta.
* A grana arrecadada ajuda o GP, que é sempre uma boa causa. É sério: com planejamento, o mundo terá propagandas mais bacanas e mais sinceras. Vai dizer que não é tudo que você sempre quis?
* Não adianta pedir pra mim, ok? Mandem pro GP.
domingo, 3 de junho de 2007
O Blogger considera que este é um blog de spams
Sabe-se lá qual é o meu comportamento. Mas o Blogger considera que este blog é um blog de spams. Vão mandar um técnico aqui pra fazer uma verificação humana de que este não é um blog de spams. Pode uma coisa dessas?
Até lá, a cada post que postar, preciso digitar um código de verificação de palavras. Que, na real, não são palavras. Para que vocês possam ler este post, tenho que digitar zmhwmq. Desde quando zmhwmq é uma palavra?
Fiz.
Aí deu erro. Agora, preciso digitar ttydf. Tampouco é uma palavra.
Eu erro. Erro sempre. Fazer um blog acaba de se tornar um inferno.
Justo agora que eu estava implementando os links diretos com a Amazon, vejam só! Porque aí vocês poderiam aproveitar o dólar baixo e comprar coisas. E eu ainda ganharia alguns centavos em vale-presentes se todo mundo resolvesse comprar.
Eu ia recomendar que vocês comprassem a HQ The Fountain, que realmente é muito bonita. Acabo de lê-la. É a versão em graphic novel do filme do Darren Aronofsky. Feita por ele e pelo genial Kent Williams. E ainda por cima está em promoção. (Dá pra comprar na Livraria Cultura também, mas sai um pouco mais caro.)
Até lá, a cada post que postar, preciso digitar um código de verificação de palavras. Que, na real, não são palavras. Para que vocês possam ler este post, tenho que digitar zmhwmq. Desde quando zmhwmq é uma palavra?
Fiz.
Aí deu erro. Agora, preciso digitar ttydf. Tampouco é uma palavra.
Eu erro. Erro sempre. Fazer um blog acaba de se tornar um inferno.
Justo agora que eu estava implementando os links diretos com a Amazon, vejam só! Porque aí vocês poderiam aproveitar o dólar baixo e comprar coisas. E eu ainda ganharia alguns centavos em vale-presentes se todo mundo resolvesse comprar.
Eu ia recomendar que vocês comprassem a HQ The Fountain, que realmente é muito bonita. Acabo de lê-la. É a versão em graphic novel do filme do Darren Aronofsky. Feita por ele e pelo genial Kent Williams. E ainda por cima está em promoção. (Dá pra comprar na Livraria Cultura também, mas sai um pouco mais caro.)
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