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domingo, 11 de setembro de 2011

Últimos dias

"E o reboot da DC, hm?"

Filmes
Submarino
Um conto chinês

Programa duplo Nelson Leirner
Assim é se lhe parece (documentário)
Nelson Leirner 1961 - 2011 - 50 anos (retrospectiva)

Instalação
Rio Oir, de Cildo Meirelles

HQ
Animal Man # 1
Action Comics # 1
Les yeux du chat

Evento
Lygia Fagundes Telles no Encontros de Interrogação

Revista
Vitória em Cristo, perfil de Silas Malafaia na Piauí (ver post anterior)

(Obrigado, Lielson, pela imagem.)

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Bienvenido de volta


Cada vez que escrevo no blog, tenho que dizer que estou de volta, o que é uma chatice pra mim e pra vocês. Mais fácil assumir que este é um blog bissexto mesmo.

Mas o fato é que voltei pra avisar que nesta quinta, dia 20, vou mediar um papo entre dois caras muito bacanas: o Paulo Ramos, jornalista especializado em quadrinhos, e o Claudio Martini, editor da fabulosa Zarabatana Books.

O mote da mesa é Bienvenido (capa acima), baita livro sobre os quadrinhos argentinos escrito pelo Paulo, editado pelo Claudio e encapado com essa imagem matadora do Liniers. Claro que a ideia é falar dos quadrinhos argentinos como um todo.

Começa às 19h, na Fnac da Av. Paulista.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

E o Duchamp no MAM?

Sim, tem a roda de bicicleta.

Roda


E o urinol.

R. Mutt, 1917


Mas tem um lado do Duchamp que é o do zoador, o do criador, do provocador.

Cinema


Esse é o Duchamp que me interessa. Eu fui atrás dele, e ele estava lá. Você pode até me acusar de ter sido um encontro marcado, que eu já sabia o que estava procurando -- mas aí vai ter que me explicar porque, se eu sabia o que ia achar, saí de lá surpreso.

E a exposição da Bossa Nova na Oca?

Antes de qualquer coisa: fotogênica.

Óculos

Outra coisa: é um grande cenário do Gringo Cardia. Mas o cenário não tá lá longe, no palco. Você caminha por ele. E uma coisa que eu reparei, e muito, foram nas imperfeições propositais que formam os efeitos visuais. Tipo uns fios mais grossos que dão a sensação de movimento:

Fios
Ah, claro: a Copacabana indoor, no subsolo, sem sol nem mar, é de uma ironia fina deliciosa.

Andando em Copacabana

sábado, 3 de maio de 2008

Grandes exposições: Star Wars e Revolução Genômica

Nave
Não curti a exposição de Star Wars que está no Porão das Artes. Traz maquetes, modelos, fantasias e -- o mais bacana -- desenhos de produção. Mas, em virtude do auê todo que fizeram na divulgação, a mostra decepciona.

Não fui só eu. Na saída, ouvi dois "Mas era só isso?" saindo de grupos diferentes.

Claro que os fãs mais fetichistas babam ao ver os droids R2-D2 e C-3PO de pertinho. Mas uma exposição, por mais mega que seja, tem que ser mais do que um exercício de fetiche.
(Mea culpa: armei um set no Flickr com meus fetiches e com flagras do fetiche alheio.)
Uau
É o caso da vizinha Revolução Genômica, também em cartaz no Ibirapuera. Lá, não dá pra tirar fotos. Nem precisa: você aprende coisas e leva novos conhecimentos na lembrança.

Muito, mas MUITO bem montada mesmo, a mostra começa falando de biodiversidade. Tem animais de verdade, vivos, como cobras e sagüis, para dar esse choque de que tem genética em todo o canto.

Captada a idéia, começa a parte mais científica, mais hardcore, mas muito bem explicada. Sempre didática, mas nunca bobinha, é uma baita duma exposição.

É menos badalada que Star Wars, mas muito melhor.
E sai pela metade do preço.

domingo, 6 de janeiro de 2008

Yamaga

Quem me levou lá pela primeira vez foram o Emiliano e a Amarílis. A gente queria só um típico restaurante japonês da Liberdade, e então qualquer um servia. Mas ela queria repetir o peixe prego que provara uns dias antes lá mesmo, num lugar de endereço incerto que ninguém sabia o nome de cor.

A solução foi uma só: abríamos as portinhas e espiávamos o ambiente, um a um, dos inúmeros restaurantes do lado direito da Rua Tomás Gonzaga, sentido de quem desce. Uma hora, parecia ser: umas poucas mesinhas, um balcão de bar com um clube do whisky atrás, um tom de marrom escuro predominando no ambiente. Era.

Logo de cara, me encantei pelo missoshiro. Não era só missô, caldo de peixe, tofu e cebolinha. Tinha algo que, me disseram mais tarde, era floco de arroz (li em algum lugar ontem à noite que é massa de tempurá, whatever). Simplesmente é o melhor missoshiro que já provei, e o motivo maior de eu ter repetido a busca pelo restaurante desconhecido mais uma boa leva de vezes.

Ontem fizemos de novo.

Estamos dando abrigo e servindo de guias de turismo para uma adorável adolescente de 14 anos que gosta muito da cultura japonesa -- até amanhã, quando for embora, ela terá lido toda a minha coleção de Love Hina. Levamo-a até lá ontem, e estava melhor do que nunca. Decorei o nome: Yamaga. Fica na Tomás Gonzaga, 66.

domingo, 21 de outubro de 2007

50 lugares sexies para se comer

De repente, surgiram essas listas imensas, de mil coisas, que precisam ser feitas antes de morrer: 1000 lugares a serem visitados, 1000 livros a serem lidos, 1000 filmes a serem vistos, 1000 babaganushes a serem degustados. Quase não dá tempo para se viver, até porque, pra fazer tudo isso, você precisa trabalhar muito para conseguir pagar a conta.

Por isso, a lista dos 50 lugares sexies para se comer que saiu hoje no Guardian até soa amena: são só 50 lugares, a maioria em lugares visitáveis, as dicas ainda reúnem duas coisas bacanas numa só experiência (sexo e comida) e há sugestões pagáveis.

domingo, 30 de setembro de 2007

Kebak Salonu

Outro dia passei pela Augusta, um quarteirão abaixo do Espaço Unibanco, e vi a plaqueta que indicava a venda de kebabs. Guardei a informação pra mais tarde, um pouco ressabiado, porque tem um mexicano no mesmo estilo perto dali que foi uma decepção bem recentemente. Mas, ainda assim, a idéia de kebabs na Augusta não tinha sido descartada.

Esta semana, a Gabriela Yamaguchi elogiou tanto que decidimos ir ontem.

Pois o Kebab Salonu (Augusta, 1416) é de fato fantástico. Excelente comida a preços moderados. "Não somos fast food", diz o cardápio, apesar da disposição arquitetônica de lá.

Se quiser seguir nossos caminhos pré-aprovados, peça sharbats (água mineral com gás e xarope, que viram uma espécie de refrigerante com sabores como tamarindo, tâmara, rosas e damasco) e kebabs Indiano e Döner de carneiro. Mas é bom avisar: as opções são tantas e parecem tão saborosas que, quando voltarmos, provavelmente provaremos outros pratos.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

God Save The Queen

Ladies and gentlemen, please welcome the Sex Pistols.

(Thank you for purchasing tickets on Ticketmaster.)

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Marcia Tiburi e Carpinejar -- boralá?

Amanhã, o Fabrício (lançando Meu Filho, Minha Filha) e a Marcia (autógrafos em A Mulher de Costas) estarão no Sesc Vila Mariana. Afianço desde já que é o melhor programa que o senhor e a senhora terão à disposição nesta cidade.

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Paulo Cesar de Araújo para 70 pessoas

A nova Livraria da Vila da Lorena promove na segunda que vem um debate com o Paulo Cesar de Araújo, autor da biografia Roberto Carlos em Detalhes. O livro, tema de vários post abaixo, é aquele que foi tirado de circulação.

O encontro com o autor abre a série Prosa na Vila. Mas só cabem 70 pessoas. O telefone de lá é (11) 3062-1063.

A informação saiu no Glamurama esta tarde e já está se espalhando.

terça-feira, 22 de maio de 2007

Leo 50



Sábado, eu e Jeanne, Emiliano (link para constar, ele não atualiza mesmo) e Amarílis e Camilinha e Fred fomos até a Estação Pinacoteca ver a mostra em homenagem aos 50 anos de Leonilson.

A maior parte do material saiu das ilustrações que ele fez pra coluna da Barbara Gancia na Folha.

Não chega a ser a coisa mais grandiosa do mundo. Nem tinha que ser. Porque Leonilson de grandioso não tem nada. Ele é, sim, aquela delícia de desenhos precisos, arrebatadores, simples de dar dó na gente, que fica elaborando as coisas e complica tudo. Dos bloquinhos do Leonilson as idéias saiam melhor vestidas. E nunca amarrotadas.

(E foi de uma frase perdida numa das colunas da BG que estava na mostra que roubei o Hyde Park Corner aí de cima.)

sábado, 5 de maio de 2007

La Tartine

Não é novo, mas é bacana -- e a gente nunca tinha ido. É o La Tartine, restaurante francês que é uma delícia. Fica na Fernando de Albuquerque, 267, colado no Mestiço.

Fomos levados lá na quinta à noite pelo Fernando e pela Márcia Tiburi pra comemorarmos o lançamento do sensacional Meu Filho, Minha Filha, do Fabrício Carpinejar. Como disse a Márcia Denser em certo momento, ainda na Livraria Cultura, o Fabrício tem essa capacidade de arregimentar os escritores paulistanos e reuni-los. Mais que isso, digo eu: ele consegue ter hordas de pessoas adoráveis ao seu redor. E isso fez toda a diferença em todos os seus lançamentos. E fez diferença inclusive no La Tartine, que já parece uma graça de cara, mas ficou muito acolhedor.

Éramos nove, chegamos no meio da muvuca, tivemos espaço digno para esperar, uma mesa bem bacana em seguida e, depois de jantarmos, com vinho, espumante e sobremesa para quase todos, pagamos R$ 40 por pessoa, o que pareceu justo sobremaneira.

O cardápio tem croques, quiches e saladas que são fixos. E sempre tem alguns pratos maiorizinhos que variam de acordo com o dia ou os desejos da cozinha. Eu fiquei num croque delicioso. E depois comi a sempre recomendada torta de maçã, bastante indispensável.

A propósito: o New York Times também curtiu bastante.

domingo, 15 de abril de 2007

Meu Filho, Minha Filha

Chegou sexta na Cultura aqui perto de casa o novo livro do mano Fabrício Carpinejar. Chama-se Meu Filho, Minha Filha. A capa, com contracapa e orelhas, é esta:



Depois de tantos anos convivendo com o Fabrício, sua filha Mariana e seu filho Vicente, é difícil eu falar publicamente sobre o livro. Poderia ficar elogiando forma, ou mesmo celebrando, um a um, os vários achados poéticos e sobre paternidade do Fabrício. Mas não faria sentido. Por isso, escolhi um poema, que vou roubar das páginas e postar aqui. Não foi por acaso -- é um poema que tem muito a cara do Fabrício.


MEU FILHO COMIGO

Xalalim, tudo que gosto
com meu filho grito: "Xalalim!"
Xalalim pra cá, Xalalim pra lá

e ninguém entende.
Alguns pensam que é
um lugarejo em Xangai,

outros que é um mágico.
Os avôs não deixam de supor
que é uma loja de brinquedos.

Tampouco eu e meu filho
compreendemos o que significa.
E essa é a melhor parte da história


Depois do lançamento bombado em Porto Alegre, há uma sessão de autógrafos marcada para São Paulo no dia 3, a partir das 19h30min, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, na Paulista. Lá, vai ter apresentação da obra por Celso Lafer e Marcia Tiburi.