Ok, não é verdade! Mas você pode fazer uma versão de si mesmo na seção Crie o Seu Avatar do site do filme.
sábado, 30 de junho de 2007
Todo mundo em Springfield!
Às vésperas da estréia do filme, os Simpsons estão até na capa da Superinteressante. Eles invadiram tudo. E eu vou invadir o filme!

Ok, não é verdade! Mas você pode fazer uma versão de si mesmo na seção Crie o Seu Avatar do site do filme.
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Violent Cases no Brasil

A editora HQ Maniacs vai trazer para o Brasil Violent Cases
O curioso é que, antes da palestra da editora, falou-se no saguão que Violent Cases, junto com Signal to Noise e Mr. Punch, estranhamente não tinham saído no Brasil. São obras de grandessíssimo apelo, porque juntam Gaiman com o espetáculo visual de McKean, capista de Sandman e colaborador de Gaiman em algumas histórias e livros infantis. Nesses álbuns, a dupla constrói histórias independentes, adultas e excelentes. Mas, até agora, não havia nem sinal de versão brasileira.
Outro trabalho de Gaiman inédito no Brasil chegou a ser citado pelo Marcelo Naranjo durante a palestra da Pixel Media: Children's Crusade, um crossover de títulos da Vertigo que teve duas edições escritas por Gaiman. É mais complicado de trazer, porque envolve alinhar títulos como Orquídea Negra, Monstro do Pântano, Livros da Magia e outros. É um rolo e tanto, mas, com esforço, dá pra fazer. A Pixel ficou de ver os detalhes e ver se rola trazer para cá.
-- Gaiman é Gaiman, e vice-versa -- disse Odair Braz Júnior, editor da Pixel.
A Pixel também adiantou durante sua palestra que DMZ, título Vertigo bem festejado, deve ter seu primeiro arco publicado no mix da Pixel Magazine logo em seguida.
sexta-feira, 29 de junho de 2007
Cinco resenhas no Universo HQ
Resenhas que saíram hoje no Universo HQ:
* Bem-vindo a Astro City - edição bacana da Pixel para atrair leitores para Astro City, um título interessante de super-heróis.
* DC Especial 14 - Mais um arco da boa série Gotham Central.
* Rising Stars 2.4 - Fim da segunda série da HQ mais superestimada dos últimos tempos.
* Universo DC 1 - Nova revista DC da Panini. O curioso é que ela é justamente o que o Universo DC não é.
* WildC.A.T.S. - De Volta pra Casa - Alan Moore escreve WildC.A.T.S. Não é o melhor do Moore. Mas é o melhor do grupo do Jim Lee. Esse dá pra comprar aqui.
* Bem-vindo a Astro City - edição bacana da Pixel para atrair leitores para Astro City, um título interessante de super-heróis.
* DC Especial 14 - Mais um arco da boa série Gotham Central.
* Rising Stars 2.4 - Fim da segunda série da HQ mais superestimada dos últimos tempos.
* Universo DC 1 - Nova revista DC da Panini. O curioso é que ela é justamente o que o Universo DC não é.
* WildC.A.T.S. - De Volta pra Casa - Alan Moore escreve WildC.A.T.S. Não é o melhor do Moore. Mas é o melhor do grupo do Jim Lee. Esse dá pra comprar aqui.
quinta-feira, 28 de junho de 2007
Larry Rohter, sentiremos saudades
Larry Rohter ficou conhecido por ser vítima de perseguição pelo governo Lula. Disse, vocês se lembram, que o Lula é chegado numa birita, algo que todo mundo comenta. Mas ele disse no New York Times, porque, como correspondente, devia apresentar aos seus leitores o Brasil como ele é. Dizer que o presidente gosta de pinga não deveria ser sequer demérito, mas Lula achou, depois que alguém traduziu a matéria para ele. Chegaram a caçar o visto do Rohter.
Com um barulho desses, o correspondente do New York Times para o Brasil e repúblicas próximas ficou marcado por uma única matéria, o que é uma injustiça do cão.
Rohter é um dos melhores jornalistas a retratar o Brasil nos últimos anos. Sem páginas e páginas de bobagem para preencher, fazia matérias sintéticas e objetivas. Uma das minhas favoritas é bem recente, em que ele analisou o Rio às vésperas do Pan.
Mas agora ele vai embora. Trocaram-no por outro cara.
Em Brasília, devem ter brindado o anúncio da partida.
Com um barulho desses, o correspondente do New York Times para o Brasil e repúblicas próximas ficou marcado por uma única matéria, o que é uma injustiça do cão.
Rohter é um dos melhores jornalistas a retratar o Brasil nos últimos anos. Sem páginas e páginas de bobagem para preencher, fazia matérias sintéticas e objetivas. Uma das minhas favoritas é bem recente, em que ele analisou o Rio às vésperas do Pan.
Mas agora ele vai embora. Trocaram-no por outro cara.
Em Brasília, devem ter brindado o anúncio da partida.
Bruno Tolentino
E morreu o Bruno Tolentino, figura que conheci numa Feira do Livro ainda nos anos 90, quando eu era editor da Aplauso e ele, da Bravo! e, principalmente, da República -- em sua fase mais bonita, grandona, com fotos arrasadoras em P&B e textos realmente bacanas.
Foi um dia, digamos, peculiar, que começou pra valer quando conheci o Tolentino nos estúdios da FM Cultura, em Porto Alegre, em um programa que, salvo engano, na época era apresentado pela Mary Mezzari ao meio-dia. Era época de Feira do Livro de Porto Alegre. Ao final da tarde, iríamos participar daquelas palestras no Clube do Comércio, sobre revistas de cultura. Era eu, o Tolentino, um cara da tradicional Revista de Cultura Vozes de quem não lembro o nome e talvez mais alguém da Palavra, que ainda existia. A Cult já era editada, mas não tinha representantes, pra alegria do Tolentino. Ele odiava a Cult daqueles dias, achava desprezível, comandada por uma panelinha uspiana sórdida e puxa-saco de seus algozes declarados, os Irmãos Campos. Lembro que ele comemorou a ausência da Cult várias vezes, já a partir daquela manhã. E se declarou muito interessado por várias figuras de Porto Alegre.
Eu, claro, era moleque, achava aquilo tudo muito fascinante. Não conseguia concordar nem discordar com muito entusiasmo, o que poderia soar covarde da minha parte, mas não era o caso, definitivamente, porque o Tolentino simplesmente não dava tempo de ninguém mais falar. Ele tinha voltado ao Brasil fazia pouco, tinha dado uma entrevista desancando Caetano e os construtivistas nas páginas amarelas da Veja, um troço violento, provocador, fascinante, porque naquela época não era lá tão comum aquela turma ter uma contestação tão grandiosa e com tanta repercussão.
Voltando da rádio, o Tolentino falou que queria muito conhecer uma poeta de quem havia lido uns livros anos atrás e achava excelente, que era a Martha Medeiros. Naqueles dias, a Martha já tinha trocado a sua poesia gostosa por crônicas de muito sucesso na Zero Hora. E eu tinha recém entrevistado-a pra Aplauso, o que fez com que eu tivesse o número do telefone dela no meu celular. Liguei pra Martha que, naturalmente, demonstrou uma curiosidade em conhecê-lo. O encontro ficou marcado para o Sarau Elétrico, naquela noite, onde ela faria uma leitura como convidada, se bem me lembro.
Rolou a palestra, que seguiu no mesmo clima do programa de rádio, mas nem chegou a ter o mesmo brilho do resto do dia. Pra falar a verdade, nem lembro muito do que foi dito. Só sei que minha memória registrou como a parte mais tediosa do dia.
Saindo da Feira, fomos para um restaurante fuleiro no Bonfim e comemos algum lixo qualquer. E eis que chegamos no Ocidente, que estava lotado -- eu disse, a Martha já era muito popular, arrastava multidões e tal.
Só que o Tolentino não conhecia as idiossincrasias do Sarau Elétrico, que é cheio de normas. Na real, não há muito espaço para participações de não-convidados -- não é regra declarada, mas é tácita entre os freqüentadores mais assíduos, cabendo aos demais seguirem os ritos dos demais.
E o Tolentino pegou o microfone, sem se apresentar, e começou a ler. A ler sem parar. Foi apoteótico. Foi como ele me pareceu naquela noite. Foi como o Tolentino ficou na minha cabeça: gentil, amável, apoteótico.
E, como toda apoteose, sumiu de repente. A última de nós a vê-lo foi a Cintia Moscovich, que trocou meia dúzia de palavras com ele no dia seguinte. O poeta dizia estar duplamente doente. Tomou umas pílulas e foi embora. Em seguida, saiu da Bravo. A República acabou.
Ouvimos falar dele mais algumas vezes: um livro aqui ou acolá. E só isso.
Até hoje, quando li que ele morreu e vi fotos dele ainda mais magro, agora sem barba. Li, mas não só no jornal, de manhã. Li também no jornal de um sujeito que sentou a duas mesas da minha no Café Suplicy, que sacudia a contracapa da Ilustrada como se fosse uma bandeira.
Devia ser um poeta concreto, coitado.
Foi um dia, digamos, peculiar, que começou pra valer quando conheci o Tolentino nos estúdios da FM Cultura, em Porto Alegre, em um programa que, salvo engano, na época era apresentado pela Mary Mezzari ao meio-dia. Era época de Feira do Livro de Porto Alegre. Ao final da tarde, iríamos participar daquelas palestras no Clube do Comércio, sobre revistas de cultura. Era eu, o Tolentino, um cara da tradicional Revista de Cultura Vozes de quem não lembro o nome e talvez mais alguém da Palavra, que ainda existia. A Cult já era editada, mas não tinha representantes, pra alegria do Tolentino. Ele odiava a Cult daqueles dias, achava desprezível, comandada por uma panelinha uspiana sórdida e puxa-saco de seus algozes declarados, os Irmãos Campos. Lembro que ele comemorou a ausência da Cult várias vezes, já a partir daquela manhã. E se declarou muito interessado por várias figuras de Porto Alegre.
Eu, claro, era moleque, achava aquilo tudo muito fascinante. Não conseguia concordar nem discordar com muito entusiasmo, o que poderia soar covarde da minha parte, mas não era o caso, definitivamente, porque o Tolentino simplesmente não dava tempo de ninguém mais falar. Ele tinha voltado ao Brasil fazia pouco, tinha dado uma entrevista desancando Caetano e os construtivistas nas páginas amarelas da Veja, um troço violento, provocador, fascinante, porque naquela época não era lá tão comum aquela turma ter uma contestação tão grandiosa e com tanta repercussão.
Voltando da rádio, o Tolentino falou que queria muito conhecer uma poeta de quem havia lido uns livros anos atrás e achava excelente, que era a Martha Medeiros. Naqueles dias, a Martha já tinha trocado a sua poesia gostosa por crônicas de muito sucesso na Zero Hora. E eu tinha recém entrevistado-a pra Aplauso, o que fez com que eu tivesse o número do telefone dela no meu celular. Liguei pra Martha que, naturalmente, demonstrou uma curiosidade em conhecê-lo. O encontro ficou marcado para o Sarau Elétrico, naquela noite, onde ela faria uma leitura como convidada, se bem me lembro.
Rolou a palestra, que seguiu no mesmo clima do programa de rádio, mas nem chegou a ter o mesmo brilho do resto do dia. Pra falar a verdade, nem lembro muito do que foi dito. Só sei que minha memória registrou como a parte mais tediosa do dia.
Saindo da Feira, fomos para um restaurante fuleiro no Bonfim e comemos algum lixo qualquer. E eis que chegamos no Ocidente, que estava lotado -- eu disse, a Martha já era muito popular, arrastava multidões e tal.
Só que o Tolentino não conhecia as idiossincrasias do Sarau Elétrico, que é cheio de normas. Na real, não há muito espaço para participações de não-convidados -- não é regra declarada, mas é tácita entre os freqüentadores mais assíduos, cabendo aos demais seguirem os ritos dos demais.
E o Tolentino pegou o microfone, sem se apresentar, e começou a ler. A ler sem parar. Foi apoteótico. Foi como ele me pareceu naquela noite. Foi como o Tolentino ficou na minha cabeça: gentil, amável, apoteótico.
E, como toda apoteose, sumiu de repente. A última de nós a vê-lo foi a Cintia Moscovich, que trocou meia dúzia de palavras com ele no dia seguinte. O poeta dizia estar duplamente doente. Tomou umas pílulas e foi embora. Em seguida, saiu da Bravo. A República acabou.
Ouvimos falar dele mais algumas vezes: um livro aqui ou acolá. E só isso.
Até hoje, quando li que ele morreu e vi fotos dele ainda mais magro, agora sem barba. Li, mas não só no jornal, de manhã. Li também no jornal de um sujeito que sentou a duas mesas da minha no Café Suplicy, que sacudia a contracapa da Ilustrada como se fosse uma bandeira.
Devia ser um poeta concreto, coitado.
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Caixões, Caveiras e Tal
A Jeanne dirigiu um clipe uns anos atrás com a Bia e a Louise. Ela pede que eu diga que trata-se de um trabalho de faculdade. Mas pra mim lembra os primeiros clipes dos Beatles, ainda que passados trinta anos.
"Sabia que a gente não sabia do que se tratava a letra quando fez o clipe", me diz ela, em depoimento exclusivo ao pé de ouvido. "Não dava pra entender nada na demo. Aí ele [o cantor e protagonista de clipes Calvin] fez uma gravação no estúdio do Clive. E sabe quem é o Clive? Lembra de uma vez que a gente foi na Fun House? Ah, não era você que estava comigo."
Evidentemente, o clipe é muito, mas muito melhor do que a música da banda Os Cafonas -- que tem um nome bastante apropriado.
quarta-feira, 27 de junho de 2007
Ganhe dinheiro com seu blog
Um dos dilemas a respeito da pirataria de livros na vindoura (e bem-vinda) era do texto digital é a remuneração dos autores. Eles não são como os músicos, dizem por aí, eles não podem fazer shows. É um fato. Mas podem fazer blogs, certo? Ainda mais se forem bons autores e conseguirem algum reconhecimento.
Outro dia, falei de formas de remuneração para auto-publicação a partir do que o Warren Ellis diz que já rola nos Estados Unidos e na Inglaterra. Hoje, fiquei sabendo de outro modelo.
Deu no Springwise (aqui): a versão sueca do Metro (esse mesmo jornal gratuito que circula em São Paulo) lançou um sistema de blogs em que qualquer um pode se cadastrar e fazer seu blog. Quem fizer mais de 5 mil pageviews por mês ganha 16 euros.
A migração para o blog do Metro é veloz e eficiente. Não duvido que seja um piloto para ser transplantado para outros países -- Brasil inclusive. Com o hype, provavelmente a audiência aumenta. Idem para os lucros. A reação dos demais serviços de blog, e do Blogger do Google inclusive, não deve demorar.
Outro dia, falei de formas de remuneração para auto-publicação a partir do que o Warren Ellis diz que já rola nos Estados Unidos e na Inglaterra. Hoje, fiquei sabendo de outro modelo.
Deu no Springwise (aqui): a versão sueca do Metro (esse mesmo jornal gratuito que circula em São Paulo) lançou um sistema de blogs em que qualquer um pode se cadastrar e fazer seu blog. Quem fizer mais de 5 mil pageviews por mês ganha 16 euros.
A migração para o blog do Metro é veloz e eficiente. Não duvido que seja um piloto para ser transplantado para outros países -- Brasil inclusive. Com o hype, provavelmente a audiência aumenta. Idem para os lucros. A reação dos demais serviços de blog, e do Blogger do Google inclusive, não deve demorar.
The Splasher e Porto Alegre
Ok, o Splasher está em Nova York. Ele é um cara ou um grupo que está a fim de detonar a arte para criticar o mercantilismo. Nos seus ataques, critica inclusive a arte de rua, que até hoje (mas pelo menos desde Basquiat) é considerada libertária e democrática. O Splasher joga tinta por cima dos trabalhos.
"By challenging what the experts term 'street art', our actions have, in turn, uncovered an alliance between the coercive force of the state and the 'creative class' of the artist. We began these series of actions as a critique of rationality."
A frase é atribuída ao Splasher. Saiu no Gothamist, de um manifesto supostamente escrito por ele. O site aponta suspeitos. Cada um tem o seu. O New York Times de hoje joga fichas em um grupo. Mas a identidade do Splasher ainda é controversa.
É natural: demorou para que o status adquirido pela street art nos últimos anos fosse contestado.
Curiosamente, a chamada do New York Times é igualzinha à da Zero Hora no caso da faixa de segurança, obra da qual este blog tratou semanas atrás. Os dois jornais questionam se é arte ou vandalismo.
Reparar na diferença entre os casos é uma aula sobre Porto Alegre.
Na capital do Rio Grande do Sul, um grupo de jovens fez uma coisa que é inquestionavelmente arte. Pode ser boa arte ou má arte, pode ser interessante ou picareta, pode remeter a uma imagem desgastada pelo design. Mas aquilo é definitivamente arte há muitos anos.
Em Nova York, trata-se de destruição de obras de arte. Nada de ready made nem nada do gênero. Guardadas as proporções bélicas e religiosas, é como o Taleban destruir estátuas milenares de Buda no Afeganistão. E daí se questiona se o que resta para a arte é a destruição, algo mais próximo de Shiva que de Apolo.
O que faz a diferença é o fermento das duas cidades. O habitat dos artista interfere na obra. O Splasher em Porto Alegre não seria polêmico, e sim um vândalo. E a faixa de segurança em Nova York provavelmente seria bacana, mas estaria longe de conseguir o espaço e a importância adquirida pelo Splasher nos últimos tempos.
segunda-feira, 25 de junho de 2007
Biografia de Charles Schulz sai em outubro

Vai sair uma biografia sobre Charles Schulz, criador da tirinha Peanuts
Comecei a escrever como se fosse um post pra cá. Mas, no meio do caminho, transformei em uma matéria pro Universo HQ, que foi publicada hoje.
O livro já está em pré-venda na Amazon
sexta-feira, 22 de junho de 2007
Cinco resenhas no Universo HQ
Mais cinco resenhas hoje no Universo HQ:
As Melhores do Analista de Bagé - O Edgar Vasques desenha muito (compre aqui)
Crise Infinita 07 - Acabou. Mas não antes de fazer uma bagunça dos diabos.
Liga da Justiça 55 - Bem mais ou menos. Mas tem essa história do Chaykin em que os super-heróis se unem aos Estados Unidos para, a despeito da decisão da ONU, invadir duas republiquetas norte-americanas. Tinhosa, a história.
Tartarugas Ninja - Volume 1 - Passou a onda, mas é legal, vai. (compre aqui)
Um Contrato Com Deus & Outras Histórias de Cortiço - Will Eisner muito em forma, compre aqui agora mesmo.
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