domingo, 25 de março de 2012

Habitante Irreal, de Paulo Scott




Habitante Irreal estava na minha pilha fazia uns dois meses, coisa assim. Gosto do Scott. Bom sujeito, bom escritor. Via muita gente elogiando. Lia os comentários por alto, eu queria ler e não me contaminar. Via textos falando sobre a importância do livro, sobre o papel de tratar sobre "a causa indígena". Comecei a ter medo de achar chato. De ter uma tese política. De que Scott tivesse se perdido nesses anos todos de contato mais rarefeito.
Ainda bem que li.
Não é nada disso.
Um punhado de páginas passou voando, e eu já tava vidrado na índia Maína. Que personagem imenso. Uma noite, me peguei lendo, tomando notas e rabiscando. Saiu esse desenho aí em cima.

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