terça-feira, 20 de novembro de 2007

Kindle e o mundo mudou de novo

Até eu, que já previa que não encerraríamos 2007 sem um e-reader com apelo de massa, fui surpreendido pelo Kindle, o leitor eletrônico da Amazon. Desta vez, não foi o Steve Jobs, e sim o Jeff Bezos.

O aparelho tem conexão EV-DO, tela fosca, dicionário embutido, Wikipedia online, recebe jornais e revistas, bateria bem razoável, um bom acervo para compras, compatibilidade com arquivos como Word (PDF só se convertido em Mobi, leio, mas parece que isso não é difícil), teclado para anotações, é leve... Não vejo o que mais alguém poderia querer -- ok, que ele fosse um pouquinho mais bonito e tivesse cores.

Mas é isso: se não for o Kindle, será algo muito próximo dele. Eu apostaria em um sistema um pouco mais aberto, como a Creative faz com os MP3 players. Mas, por enquanto, fico torcendo para que lancem algo parecido no Brasil logo em seguida. Até porque quero ver como e-books em massa afetam o hábito de leitura -- acho que essa será a próxima grande discussão.

3 comentários:

Guilherme Kroll disse...

Concordo cara. Mas acho q e-book em massa afeta tb com são e serão produzidos os textos. Uma das coisas q eu acho q voltará a moda serão os folhetins.

Pena q vivemos na periferia do capitalismo, se tivesse um serviço como o Kindle por aqui, encomendaria o meu na segunda-feira.

emiliano disse...

Está na capa da Newsweek, comprei hoje quando vi. Acho que livros já impressos continuarão com muito mais apelo do que um arquivo pra ler nesse negócio. se bem que eu gostaria de juntar vários livros de referência no mesmo negócio. OK, já estou cedendo.

Odyr disse...

se pelo menos fosse da apple... seria um objeto de desejo perfeito. mas do jeito que é parece uma calculadora gigante. a esse preço...