terça-feira, 17 de abril de 2007

Música Perdida

Comecei a acompanhar o Quincazé, músico mineiro com ouvido absoluto, personagem do Música Perdida, do Luiz Antonio de Assis Brasil, meu querido professor.

Gosto muito dos dois livros anteriores da trilogia, O Pintor de Retratos e A Margem Imóvel do Rio. São livros mais curtos, com narrativa econômica, em que cada palavra tem uma função precisa na trama. A um custo: as 200 páginas em corpo razoável de Música Perdida exigiram três anos do Assis Brasil. Além da forma, os três se costuram no enredo: gente de fora vai ao Rio Grande do Sul.

O que, às vezes, parece o meu caso.

Um comentário:

taís disse...

oi papai
saudadetu!

beijoca da tua filha preferida